


O caminho para SER
Existem infinitas maneiras de direcionar a vida no sentido dos nossos melhores sonhos.


Tem certeza do que quer?
Se você desconfia que tem alguma coisa errada na vida, acho que você chegou ao lugar certo.


O que somos?
Será que não somos o próprio plano de Deus, uma consciência muito superior que se expandiu para formar tudo que existe?


O que é Universo?
O universo é um espaço infinito onde nele estão bilhões de galáxias com bilhões de estrelas e corpos celestes que vagam seguindo uma lógica, ou um código que estamos tentando desvendar?
Multiverso?
Será que o Universo vai além? Ele é o que vemos ou tem muito mais que não podemos ver?




O que podemos fazer?
Fomos doutrinados por milênios a esquecer essa conexão, ignorar quem somos, o que somos e do que somos feitos. As religiões, os governos, os poderosos queimaram escritas, conhecimentos e apagaram informações e culturas que nos permitia essa conexão, afinal não e interessante que um povo saiba como mudar sua realidade.
- Fernanda F.


o universo que conhecemos é a nossa percepção dele. O universo que vemos, ouvimos, sentimos não tem nada a ver com o universo real, se é que existe um. O universo que percebemos só existe na nossa cabeça. O universo é mental. A realidade é mental. Tudo que temos como real só existe na nossa cabeça.
- Felipe R.
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O que você está esperando?
Ninguém, absolutamente ninguém, vai fazer tudo por você o tempo todo!
Mude sua percepção e faça!
Mas sua mente continuará te testando... até você aprender a manipulá-la e tornar-se mais forte do que ela.
Tem certeza do que quer?
Se você desconfia que tem alguma coisa errada na vida, acho que você chegou ao lugar certo. Não é coincidência. É conexão.
Às vezes parece que nada está certo, que tudo bate na trave.
Parece que os relacionamentos não funcionam, mesmo você se doando inteiramente, ou que não tem o reconhecimento que deveria no trabalho. Parece que o mundo não é justo. Pois é… Estamos aqui pra te orientar a encaixar a vida nos seus devidos eixos. A vida tem que ser como nos seus sonhos. E pode ser. Mas você precisa tomar a responsabilidade para si e programá-la!
Não somos coach quântico ou um expoente nas teorias da conspiração. Não queremos especular nenhuma pseudoverdade, nem fazer suposições.
Aqui nós questionamos o que nos foi outorgado e aplicamos o conhecimento que nos foi tirado, mas que estamos conseguindo recuperar.
Se você quer mudar a sua vida e torná-la a realização do seu sonho, vamos neste novo caminho.
O que somos?
Será que Deus existe? E se existe, é o mesmo Deus pra todo o mundo? E nós podemos questioná-lo?
Será que não somos o próprio plano de Deus, uma consciência muito superior que se expandiu para formar tudo que existe?
Quem Somos?
Aqui não temos vertente religiosa, somos agnósticos e apesar de não sabermos de nada, estudamos algumas religiões para tentar entender a natureza humana e a natureza das divindades. Então, não vamos pender para nenhuma vertente religiosa. Nem cristianismo, nem judaísmo, nem religiões de matriz africana, muito menos da polinésia francesa (que conhecemos menos) ,nem hinduísmo, nem islamismo e nem budismo. São muitas religiões ao redor do planeta, e, apesar de algumas delas passarem mensagens importantíssimas para a compreensão humana, todas se unem na virtude que chamamos AMOR.
Primeiro questionamento:
Não é muito interessante que em todas as religiões (religação do homem com Deus, ou deuses), as divindades queiram o tempo todo que nós vivamos a elas, nós os a adoremos, louvemos, isso quando não nos propõem pactos?
A pergunta é: se eles são tão maiores que nós, tão mais poderosas, por que precisam que nós os louvemos e a adoremos o tempo todo?
Sendo pai ou mãe, sabemos que uma relação paterna não consiste numa adoração e dependência integral e atemporal. Não queremos que nossos filhos foquem nos adulando o tempo todo. Criamos eles pra vida, pro mundo e sim, lhes damos o livre arbítrio. Eles tem liberdade de ser quem quiserem, e escravos das consequências dos seus atos. Qual pai ou mãe em sã consciência vai condicionar o amor ao seu filho a uma adoração eterna ou puni-lo severamente com sofrimento eterno se ele não o fizer?
Aprendemos a não questionar a tal vontade de Deus porque supostamente não conhecemos seus planos, porém, quem os conhece? E por causa disso, nos deparamos em perguntas que obviamente questionariam a fé do mais crente, se não fosse a cegueira imposta desde o seu nascimento. Nos perguntamos: por que Deus permite a fome na África? Por que ele permite que uma criança seja vítima de violência? Por que meu namorado foi embora? Por que minha esposa morreu? E nos retornam a mesma resposta: você não compreende os planos de Deus.
Não quero compreender a vontade de Deus. Primeiro quero compreender se devo realmente confiar nesse Deus. Ou se devo confiar em quem fala em nome dele. Proponho que vice leia o livro sagrado da sua religião de forma cética, análise as ações descritas e avalie por si se esse Deus realmente é bom pra você ou não. Não somos nós que iremos falar isso. Não somos juízes dos deuses e apesar de termos nossas convicções, ela só servem pra nós. Cada um tem o poder de ler, avaliar e julgar o que e melhor pra si. Criar, cultivar e alimentar essa autonomia é o propósito principal dos nossos ensinamentos.
Bem, depois de lido o livro sagrado, qualquer que seja a religião, talvez menos o budismo, todas as outras as divindades buscam quase que obsessivamente que nós vivamos à elas. Que as aceitemos como nosso criador a quem devemos nossa vida e devoção. Por que? O que temos de tão interessante pra eles? Fazendo uma comparação: se você tem um carro, o preço de mercado é 50 mil e você resolve vender e anuncia, vc vai anunciar por um valor maior, uns 59 mil, suponhamos. Porém, se você está interessado em vender e se alguém quer comprar exatamente aquele carro, ele vai pagar o preço que você quiser e ele puder, e aí não existe um teto. O que o comprador em potencial pode fazer pra negociar é depreciar o seu carro. Tentar diminuir as qualidades, tentar dar menos importância.. mas se você não está tão interessado assim em vender, você simplesmente não vende e pronto. Para ele insistir, tem que pagar o preço que você quer. O Deus, ou os deuses fazem isso. Criaram um sistema onde se despertou no ser humano a necessidade de precisar deles, para assim, terem poder de barganha. Mas se eles estão tão interessados no ser humano assim, desconfio que temos algo que eles não tem. Nenhum deles. E por isso precisam da gente pra alguma coisa que não sabemos o que é e nem demonstramos interesse em saber. Só que isso já mostra que temos valor... e é importante que reconheçamos este valos em nós.
Os deuses tentaram nos comprar com milagres, salvação, felicidade eterna, pactos de prosperidade, poder, triunfo em guerras e muitas outras propostas indecentes. Se querem nos oferecer tudo isso, temos que desconfiar que somos mais valiosos que tudo isso. Supomos que, sabendo o que eles sabem, não iriam jogar pra perder. Então o que nós temos de tão especial?
É curioso também que, mesmo nas religiões monoteístas, já existiram outros deuses, trazendo a lógica de que a divindade é geográfica e em todas as regiões existe um criador do mundo diferente. O que faz questionar todas as supostas verdades na criação. Será que o deus que criou bilhões de estrelas não consegue nem ser aceito entre os hebreus e os fenícios? Será que o Deus que é onisciente, onipresente e onipotente não mencionou os dinossauros em nenhum momento nas escrituras? Será que eles estão falando a verdade? Acho que a partir de agora torna-se mais importante olhar a mensagem do que o mensageiro. Fazendo isso, nós vamos conseguir seguir nessas análises de quem nós somos.
Mas, pra definir que caminho vamos seguir, precisamos entender que importância é essa que nós temos.
Vamos por um raciocínio lógico diante dos conhecimentos físicos que temos atualmente:
Nós, humanos, corpos físicos, somos feitos de células que são feitas de moléculas, que são feitas de átomos, que são compostos por prótons e elétrons, que agora descobrimos que podem ser divididos... Estas partículas elementares estão em tudo que existe no universo. Tudo o que existe veio da mesmas partícula elementar e mesmo que não haja nada dentro delas e que a teoria das cordas esteja errada, essa partícula hoje é a partículas fundamental. Ela está nas estrelas e em nós. Então somos formados pelo mesmo elemento do pó cósmico, da poeira de estrela.
Voltando um pouco mais no tempo. No 'momento 0'.
No acontecer do Big Bang, eu, você, o sol, o buraco negro e a constelação de Orion éramos a mesma coisa. Estávamos no mesmo todo. Somos essas partículas. E estamos vivos. Temos consciência.
E os deuses? Eles estavam nisso? São feitos da mesma partícula que nós somos? E se essa partícula essencial que vibra em nós for parte do criador e não da criação? Será que não somos o próprio Deus, o próprio plano de Deus, uma consciência una e superior, da qual o tudo é parte, inclusive nós e o nada também, que se expandiu para formar tudo que existe? Essas divindades poderiam somente estar conspirando/testando pra que nós não façamos o que devemos fazer? Será que ao invés do “Deus tem um plano pra você”, nós não sejamos o verdadeiro plano do Criador? Se Deus é o todo, então, não seríamos parte do Criador, logo parte de Deus? Pra compreendermos isso, vamos para a parte prática...
O que é Universo?
Palpites? Posso dizer o que parece o universo pra mim, de acordo com meus sentidos, meu conhecimento adquirido e minha capacidade cognitiva. Portanto o universo é diferente para cada um que o percebe, assim como esse dispositivo tecnológico na sua frente.
Ele é o que você percebe dele.
Você não pode falar que ele é cinza pra um cego, ou que ele e barulhento pra um surdo. Precisamos dar as nossas percepções pra compreendermos as coisas. Nossos sentidos enviam o que percebem para o nosso cérebro e ele monta os quebra cabeças.
Então a única coisa que posso afirmar é que o universo, tudo o que existe e o que chamamos de realidade é mental.
Amo o filme Matrix, mas acho a comparação que isso é uma Matrix muito divergente. Não nos foi feita uma Matrix de holograma para esconder a tal realidade. Criamos a nossa realidade na nossa mente. Nós criamos o universo e a realidade como nós conhecemos. E se criamos nossa percepção, podemos modificá-la ao nosso bel sabor.
Precisamos mudar: ou os nossos sentidos ou nosso conhecimento ou nossa capacidade cognitiva.
E quem pode mudar isso? Nós!
Cada um de nós é responsável por mudar a si próprio.
Ninguém, além de você, pode te salvar da sua realidade por você mesmo construída.
Multiverso?
O que é Universo (ou multiverso)?
Ao que percebemos pelos nossos sentidos e conhecimentos experimentais e tecnológicos, o universo é um espaço infinito onde nele estão bilhões de galáxias com bilhões de estrelas e corpos celestes que vagam seguindo uma lógica, ou um código que estamos tentando desvendar.
Mas a pergunta mais cética que poderíamos fazer é: ele é o que vemos ou tem muito mais que não podemos ver?
Partindo da premissa que nossos sentidos e nossa capacidade cognitiva foram treinados para perceber três dimensões espaciais, um segmento do som (audição), um segmento espiritual e até um segmento da visão, não podemos afirmar que o universo é tudo que percebemos. Ele pode ser muito mais e nós, pelas nossas limitações, não conseguimos perceber.
Mas como assim? Vou explicar cada segmento desses.
Visão
Nós, com nossos olhos (e o sistema que decodifica o que nossos olhos captam), enxergamos só um segmento do que existe. Não conseguimos enxergar a longas distâncias, não conseguimos enxergar o mundo microscópio, portanto, do microscópio aos milhões de milímetros, enxergamos do 0,1 mm até uns 2 km de distância. Menos que 0,1 mm e mais que dois km não temos capacidade física pra enxergar, por isso não vemos microrganismos como bactérias, vírus e nem outros planetas ou até a curvatura da terra, pois tudo isso que foge do nosso campo de visão. Então não podemos confiar que nossa visão nos mostre tudo que existe. Há muito mais coisa que não vemos. Não vemos o ar, não vemos ondas sonoras, não vemos o wi-fi, o bluetooth, raios solares, energia… na verdade vemos apenas uma pequena fração do que realmente já sabemos que existe.
Audição
Na mesma linha de pensamento da visão, o som é bem peculiar, pois na verdade ele nem sequer existe. É uma vibração da matéria que forma ondas e, de infinitos tamanhos de ondas, só conseguimos ouvir um pequeno segmento delas. Tanto é que existem sons que os cachorros, ratos e outros bichos ouvem e nós não captamos. Não está na nossa capacidade de percepção. Nosso corpo não foi treinado e nem evoluiu para isso. Já falam que os golfinhos e baleias se comunicam por ondas sonoras que estão fora do nosso radar. Portanto, existem milhões de vibrações que geram ondas sonoras passando agora por você e você não consegue ouvir. Assim também não podemos confiar na nossa audição pra entender tudo que existe.
Olfato
Na linha da visão e da audição, o olfato também nos engana. Sentimos o cheiro de um pequeno segmento de perturbações da matéria. Existem gases que quando emanados, não conseguimos sentir e podem nos afetar, inclusive nos matar. Os animais têm o olfato muito mais apurado que o nosso. Então, é mais um dos sentidos que não podemos confiar para análise macro de tudo o que existe. E nem sequer sabemos se ele pode interferir na nossa percepção do universo que formamos na nossa cabeça.
Tato
O tato é um tanto interessante, uma vez que sabemos que hoje que tudo que está sólido não é sólido na verdade. São átomos vagando distantes um dos outros que não se tocam, e, na verdade se repelem, mas estão comprimidos a tal ponto num estado sólido, que, pra nós mas em visão microscópica, são só átomos com seus elétrons vibrando e se agitando freneticamente. Ao bater numa madeira ou num ferro, nós ferimos, mas se olharmos através de um microscópio potente, aquele contato nem existiu. Os átomos não se tocaram. Como então confiar na nossa percepção e nas transformações que ela causa?
Percepção
Para quem é mais cético e não acredita em intuição, fica mais complexo de entender...
Assim como se explica o wi-fi, o bluetooth, as ondas de rádio, é tangível acreditar nessa troca de energia que dá vida ao nosso corpo. Mas, calma...
Há casos definidos como mediunidade que parte para uma vertente de ideologia religiosa. Aqui, aceitamos que todos nós somos sensíveis de alguma forma, uns mais outros menos (a depender também da disposição para aflorar tal coisa), assim como uns enxergam mais e outros menos. Mas todos temos a função intuitiva, que muitos denominam mediunidade ou percepção espiritual.
Não vamos misturar isso com religião!
Trata-se daquela sensação interna quando você vai em um lugar não muito agradável e sente uma energia ‘mais pesada’. Ou quando encontra uma pessoa e sem nenhuma razão aparente ela causa um bem estar, uma alegria. Isso é a nossa percepção intuitiva.
Mexe com nossas emoções. O ‘espírito’ está diretamente ligado as emoções. E como não fomos doutrinados culturalmente a perceber este sentido, somos mais deficientes ainda.
Pessoa de má fé, muitas vezes julgam pessoas sensíveis e intuitivas como vilões, inimigos ou demônios. A cultura, a religião, a ignorância e o preconceito são os grandes inimigos responsáveis pelo atrofio deste sentido tão importante na nossa existência. Porém, também somos limitados. Vemos uma pequena parte deste mundo invisível, mesmo os médiuns mais treinados, afinal, em todas as cerimônias que eles aparecem, tem uma doutrina que limita a compreensão. O conhecimento fica estagnado em teorias de espíritos desencarnados e uma ou outra chamada divindade conhecida.
Também não podemos confiar apenas neste sentido nem pela nossa evolução e nem pela nossa capacidade de percepção. Quando somos influenciados por uma fé cega, essas manifestações podem nos manipular a seu favor (ou contra), dependendo do segmento, mas nunca com a perspectiva de mente aberta pra tentar entender de fato.
Tempo
O tempo é o mais interessante de tudo. Não conseguimos definir o tempo. Tente definir o tempo sem usar a palavra tempo. Não conseguimos. Usamos sempre a palavra tempo ou outras similares, como período (ou alguma unidade de medida do próprio tempo), porém o tempo é uma dimensão... ou algumas dimensões que se dilatam e comprimem... e, de novo nós só conseguimos perceber um instante: o agora.
Nada mais existe para nós a não ser o agora. Tudo o que passou não é mais palpável e será sempre incerto. Temos suposições ou lembranças, mas nunca percepções reais.
E o tempo, que é relativo de acordo com o espaço e gravidade, faz também com que a sua percepção de tempo seja muito relativa. Exemplificando: o que são 3 segundos para quem está tendo prazer? E para quem está com o dedo numa panela quente. A nossa percepção de tempo é a mesma? A nossa a percepção de tempo é avaliada de acordo com as sensações e isso torna a nossa percepção não confiável de tempo não confiável. Não sabemos o que é, se passa ou se está parado... e se nós é que estamos passando e ainda não entendemos as variações de velocidade dele?
Conclusão
Então o que concluímos? Concluímos que o universo que conhecemos é a nossa percepção dele. O universo que vemos, ouvimos, sentimos não tem nada a ver com o universo real, se é que existe um. O que percebemos só existe na nossa cabeça. O universo é mental. A realidade é mental. Tudo que temos como real só existe na nossa perspectiva e na forma como entendemos o que criamos.
